terça-feira, 24 de agosto de 2010

QUAL É O SEU TALENTO

QUAL É O SEU TALENTO
Por Mariana Lemann, de Nova York
Você não precisa ser perfeito no trabalho, mas deve encontrar três ou quatro coisas que sabe fazer melhor do que 10.000 pessoas. É o que afirma o cientista social Marcus Buckingham, do Instituto Gallup.
O americano Phil Jackson, técnico do Chicago Bulls, time da NBA, a liga nacional de basquete dos Estados Unidos, conduziu a equipe ao primeiro lugar no pódio por seis vezes durante os nove anos que a liderou. Quando deixou o grupo em 1999 para assumir o comando do L.A. Lakers, além das vitórias, levou na bagagem sua experiência, know-how e uma lista de livros. Para cada jogador do time de Los Angeles, recomendou uma obra. Kobe Bryant, por exemplo, recebeu o livro The White Boy Shuffle (em português seria algo como O refúgio do
garoto branco), de Paul Beatty, que conta a história de um garoto negro criado numa comunidade branca -- exatamente os desafios do jogador, que cresceu num subúrbio da Filadélfia. Para Shaquile O'Neal, um dos melhores jogadores do mundo, escolheu a autobiografia Ecce Homo, do filósofo Friedrich Nietzsche. A obra trata da busca do homem por identidade, prestígio e poder. Com os livros, Jackson queria mostrar que reconhecia as
competências da equipe e estava focado no que ela realmente precisava para alcançar as vitórias. O mérito do treinador foi perceber o perfil de cada jogador e, por tabela, seus desafios e talentos. Sim, porque todo mundo tem pontos fortes. O problema é que poucas pessoas conseguem reconhecê-los e, sobretudo, desenvolvê-los. Essa é uma das principais conclusões do inglês Marcus Buckingham, cientista social e político formado pela
Universidade de Cambridge, um dos autores do livro Now Discover Your Strengths (Agora, descubra suas forças), da editora Free Press, que narra a história citada acima. O livro é resultado de uma pesquisa com 2 milhões de profissionais de todo o mundo, conduzida pelo Instituto Gallup durante 30 anos. A equipe dedicou-se a descobrir como trabalhadores com desempenho excelente transformam talento em força. Lançada este ano, a obra já virou bestseller nos Estados Unidos, com 126 000 exemplares vendidos no primeiro semestre. Nesta entrevista a VOCE s.a, Buckingham fala sobre como encontrar e desenvolver seus próprios talentos, tema que vem estudando nos últimos 15 anos.
Como o senhor define talento?
Talento é aquela característica que as pessoas reconhecerão em você durante toda a vida. É um padrão de pensamento, sentimento ou comportamento. Se você é naturalmente competitivo, isso é um talento. Se é persistente, isso é um talento. Até características aparentemente negativas podem ser interpretadas como talentos, se utilizadas de maneira produtiva. Por exemplo, se você é obstinado e trabalha com vendas, provavelmente a sua
persistência o ajudará a batalhar muito mais a cada negócio.
Qual a origem do talento?
Ele surge de duas fontes. A primeira é a herança genética. Os especialistas acreditam que de 50% a 70% do talento tem origem nos genes que o indivíduo recebe dos antepassados. A segunda fonte é o tipo de educação que ele teve ao longo de sua vida. A pessoa desenvolverá determinadas características de acordo com as respostas que tiver da família, dos amigos e dos professores. Uma descoberta importante para o estudo dos talentos é a de que o cérebro é elástico e flexível nos primeiros anos de vida. Dos 3 aos 15 anos, novas estruturas são adicionadas à rede de neurônios e outras são descartadas. Aos 15 anos, a pessoa tem metade das conexões sinápticas que tinha aos 3. Isso porque ao longo desse tempo o indivíduo usa algumas conexões mais do que outras. A natureza se encarrega, então, de canalizar recursos para manter as conexões mais fortes: ela constrói veias e artérias, cria mais proteínas. As outras conexões tendem a desaparecer. Portanto, fica muito mais difícil "rearranjar" o cérebro depois desse período. Um executivo não consegue se tornar competitivo aos 27 ou 37 anos se já não havia desenvolvido essa característica anteriormente.
O profissional competitivo é muito valorizado pelas empresas atualmente. O que fazer se você não tem essa característica?
Em todas as áreas existem características que são indispensáveis. Se você não as tiver, vai falhar. Por isso, para que não se tornem pedras no meio do seu caminho, é preciso trabalhar os pontos fracos. O problema é que as pessoas confundem a necessidade de controlar as fraquezas com a de desenvolvê-las para que se tornem pontos fortes. Não acredito que esse seja o melhor caminho.
Então, qual seria o melhor caminho?
Butch Harmon, o treinador do campeão de golfe Tiger Woods, é um exemplo a ser seguido.
Ele pegou a melhor jogada de Tiger e tratou de aperfeiçoá-la. Cuidou para que os pontos fracos do jogador não o atrapalhassem. Foi um grande esforço para os dois, mas a força de Tiger se tornou tão grande que fez com que seus pontos fracos se tornassem irrelevantes ante as suas qualidades.
É essa a solução para o crescimento profissional?
Acredito que sim. Se você se preocupar somente em reparar seus pontos fracos, vai travar sua carreira. É mais fácil, confortável e até pouco criativo tentar superar os pontos fracos. São soluções óbvias para problemas óbvios. A melhor forma de crescer é encontrar seus pontos fortes e aperfeiçoá-los no lugar de tentar atacar os pontos fracos.
Mas por que as pessoas não fazem isso?
Porque as pessoas dão mais atenção às fraquezas do que aos pontos fortes. Nossa pesquisa revelou que a maioria dos profissionais acredita que conhecer as fraquezas é o que realmente ajudará o seu crescimento. Apenas 24% dos japoneses e dos chineses, por exemplo, acreditam que a chave para o sucesso está na descoberta e no desenvolvimento dos pontos fortes. Os americanos estão mais focados nas qualidades. Para 41% deles, o profissional tem de investir em seus talentos para alcançar o sucesso.
E qual a razão para tantos profissionais insistirem em focar em seus pontos fracos e quase desprezarem seus talentos?
Há muitas razões para isso. Mas o medo está por trás de todas elas. O fato é que as pessoas têm medo de falhar, medo de encarar suas limitações. Então, dedicam tempo e energia demais tentando repará-las, e deixam as qualidades para trás.
Mas há pessoas que descobrem seus talentos com mais facilidade do que outras?
Algumas pessoas são naturalmente mais inquisitivas e mais conscientes de si mesmas. Elas estão sempre se perguntando: "Quem sou eu?", "Para onde quero ir?" Pessoas inquietas, que têm sede de aprendizado, geralmente têm maior interesse em se tornar cada vez mais competentes. Elas estão mais em contato com as próprias emoções e com as emoções das outras pessoas. Mas a maioria de nós precisa de uma mãe, um amigo, um chefe ou um professor para ajudar a "segurar o espelho". São essas pessoas que nos ajudarão a enxergar os nossos próprios talentos. Por mais estranho que seja, não é nada fácil reconhecer que existem coisas em nós que são raras e especiais. Para construir uma carreira produtiva, o grande desafio não é tentar ser perfeito, mas encontrar três ou quatro coisas que você consiga fazer melhor do que outras 10 000 pessoas.
Como não confundir coisas que gostamos com coisas para as quais temos talento?
Nós gostamos das coisas por diferentes motivos. Gostamos de certos trabalhos porque eles parecem ter mais prestígio. Gostamos do que nossos amigos valorizam. Você pode achar que gostaria de ser um diretor de cinema porque é glamouroso estar por trás das câmeras, ou trabalhar com relações públicas pelos eventos sociais. Mas, resumindo, a única forma de saber se você tem talento para determinada atividade é verificar se você consegue desempenhá-la de forma consistente e quase perfeita. O desempenho é a medida absoluta para o talento real.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

crever de q pqrte e aiO artigo pode ser acessado na íntegra por meio do endereço: http://www.administradores.com.br/informese/
artigos/administrador-habilidades-e-caracteristicas/13089/
Administrador: Habilidades e características
Por Ronaldo Guedes - Administrador e Consultor Empresarial – Goiânia – GO
"Prometo dignificar minha profissão [...] objetivando o aperfeiçoamento da Ciência da Administração, o desenvolvimento
das Instituições e a grandeza do homem e da pátria". Juramento do Administrador.
O Administrador é a pessoa responsável por conduzir todo o Processo de Administrar.
Segundo a Lei nº 4.769, de 9 de setembro de 1965, no seu Artigo 2º:
"A atividade profissional de Administrador será exercida, como profissão liberal ou não, mediante:
a) pareceres, relatórios, planos, projetos, arbitragens, laudos, assessoria em geral, chefia intermediária, direção superior;
b) pesquisas, estudos, análise, interpretação, planejamento, implantação, coordenação e controle dos trabalhos nos campos da Administração, como administração e seleção de pessoal, organização e métodos, orçamentos, administração de material, administração financeira, administração mercadológica, administração de produção, relações industriais, bem como outros campos em que esses se desdobrem ou aos quais sejam conexos."
Para exercer sua atividade profissional, o Administrador ocupa diversas posições estratégicas nas organizações e desenvolve papéis fundamentais para a sustentabilidade e crescimento dos negócios. Para desempenhar suas funções e sustentar sua posição, o Administrador deve desenvolver várias habilidades e algumas características são apontadas como fundamentais ao Perfil de um bom Administrador.
Classificação de Administradores
Stoner (1999) classifica o Administrador pelo nível que ocupa na organização (de primeira linha, intermediários e altos administradores) e pelo âmbito das atividades organizacionais pelas quais são responsáveis (os chamados administradores funcionais e gerais). Pelo nível que ocupam na organização. Gerentes de Primeira Linha: Estão localizados no nível mais baixo de gerência, costumam ser chamados de supervisores, não são responsáveis por outros supervisores e gerenciam apenas trabalhadores operacionais. Gerentes Médios: Estão localizados no nível intermediário, são responsáveis por Gerentes de Primeira Linha e podem também gerenciar trabalhadores operacionais. Administradores de Topo: São comumente chamados de CEO (Chief Executive Officer), Presidente, Vice-Presidente, ocupam o cargo máximo nas organizações, são responsáveis por seu direcionamento e seus recursos. Pelo âmbito das atividades
Administradores Funcionais: São os Administradores responsáveis por uma área funcional, e pela equipe que compõe essa área funcional. Ex.: Diretor de Marketing, Diretor de Produção, Gerente Comercial. Administradores Gerais: Comum em pequenas organizações, o Administrador Geral é responsável pelas diversas áreas funcionais da empresa e pelas pessoas envolvidas nas funções.
Papéis dos Administradores
Mintzberg (apud STONER, 1999) fez um levantamento sobre os papéis dos Administradores dividindo-os em Papéis Interpessoais, Papéis Informacionais e Papéis Decisórios. Esses papéis são desenvolvidos constantemente no dia-a-dia dos Administradores. Papéis Interpessoais: São os papéis que os Administradores executam relativos ao relacionamento com as pessoas e
construção conjunto dos resultados. São divididos em três papéis: Símbolo, Líder e Ligação.
�� Símbolo representa a função de estar presente em locais e momentos importantes, basicamente tarefas cerimoniais, comparecer a casamentos, e outros eventos. O Administrador representa a organização, portanto ele é um símbolo desta organização, e ela será conceituada à partir do Administrador.
�� Líder é o papel que o Administrador representa o tempo todo, pois ele é responsável por seus atos e de todos
seus subordinados.
�� Elemento de Ligação é o papel que o Administrador representa ao possibilitar relacionamentos que auxiliam o desenvolvimento de sua empresa e de outros. Ele faz o intercâmbio entre pessoas que irão gerar novos negócios ou facilitar os negócios existentes.
Papéis Informacionais
As organizações, o mercado, as pessoas vivem em torno da um fluxo intenso e contínuo de informações, para um bom desenvolvimento, as empresas e os Administradores precisam saber receber, tratar e repassar essas informações.
Nesse cenário são destacados três papéis: Coletor; Disseminador; e Porta-voz.
�� O Coletor busca as informações dentro e fora das organizações, procura se informar o máximo possível nas mais variadas fontes de informação. O papel do coletor é possuir o maior volume de informações relativas à organização.
�� Disseminador é o papel que o Administrador representa ao comunicar as informações à equipe para mantê-la atualizada e em sintonia com a empresa.
�� O Administrador deve ser um Porta-voz quando se faz necessário comunicar informações para pessoas que se localizam fora da organização. O Administrador deve possuir a sensibilidade para discernir entre o que pode ou não ser comunicado as informações empresariais.
Papéis Decisórios
Com toda a informação disponível, cabe aos Administradores estudarem-na e tomar decisões baseadas nelas. As decisões são de responsabilidade total dos Administradores, por isso é necessário cautela e preparo para tomá-las.
Quatro são os papéis decisórios, Empreendedor, Solucionador de Problemas, Alocador de Recursos e Negociador.
�� Empreendedor é o papel que o Administrador assume ao tentar melhorar seus negócios propondo maneiras inovadores ou novos projetos que alavanquem a organização.
�� O Administrador é um solucionador de problemas, pois se encontra em um ambiente instável e suscetível a um variado leque de problemas. Ele deve atuar identificando esses problemas e apresentando soluções, portanto um Solucionador de Problemas.
�� Alocador de recursos, porque o dirigente está inserido em um cenário de necessidades ilimitadas para recursos limitados, assim sendo ele deve encontrar o equilíbrio para alocar a quantidade correta de recursos e sua utilização.
�� Todo Administrador deve ser um bom negociador, pois estará praticando esse papel constantemente em suas atividades. Ele deve negociar tanto com o ambiente interno como com o ambiente externo sempre objetivando os melhores resultados para sua empresa e para a sociedade.
Habilidades
Para ocupar posições nas empresas, executar seus papéis e buscar as melhores maneiras de Administrar, o Administrador deve desenvolver e fazer uso de várias habilidades. Robert L. Katz (apud STONER, 1999) classificou-as em três grandes habilidades: Técnicas, Humanas e Conceituais. Todo administrador precisa das três habilidades. Percebe-se que para desenvolver bem seu trabalho, o Administrador precisar dominar as três habilidades e dosá-las conforme sua posição na organização.
�� Habilidades Técnicas são as habilidades ligadas à execução do trabalho, e ao domínio do conhecimento específico para executar seu trabalho operacional. Segundo Chiavenato (2000, p. 3) habilidade técnica [...]consiste em utilizar conhecimentos, métodos, técnicas e equipamentos necessários para o desempenho de tarefas específicas, por meio da experiência e educação. É muito importante para o nível operacional”. Logo as habilidades técnicas são mais importantes para os gerentes de primeira linha e para os trabalhadores operacionais.
�� Habilidades Humanas são as habilidades necessárias para um bom relacionamento. Administradores com boas habilidades humanas se desenvolvem bem em equipes e atuam de maneira eficiente e eficaz como líderes. Segundo Chiavenato (2000, p. 3) habilidade humana “[...]consiste na capacidade e facilidade para trabalhar com pessoas, comunicar, compreender suas atitudes e motivações e liderar grupos de pessoas”. Habilidades humanas são imprescindíveis para o bom exercício da liderança organizacional
�� Habilidades Conceituais são as habilidades necessárias ao proprietário, presidente, CEO de uma empresa. São essas habilidades que mantêm a visão da organização como um todo, influenciando diretamente no direcionamento e na Administração da empresa. Segundo Chiavenato (2000, p. 3): "Habilidade conceitual: Consiste na capacidade de compreender a complexidade da organização com um todo e o ajustamento do comportamento de suas partes. Essa habilidade permite que a pessoa se comporte de acordo com os objetivos da organização total e não apenas de acordo com os objetivos e as necessidades de seu departamento ou grupo imediato." As habilidades conceituais são imprescindíveis aos Administradores de Topo.
Características
Algumas características são consideradas fundamentais ao Perfil de um bom Administrador moderno. Segundo pesquisa realizada em empresas: "[...] as organizações desejam profissionais de Administração com as seguintes características: Capacidade de identificar prioridades; Capacidade de operacionalizar idéias; Capacidade de delegar funções; Habilidade para identificar
oportunidades; Capacidade de comunicação, redação e criatividade; Capacidade de trabalho em equipe; Capacidade de liderança; Disposição para correr riscos e responsabilidade; Facilidade de relacionamento interpessoal; Domínio de métodos e técnicas de trabalho; Capacidade de adaptar-se a normas e procedimentos; Capacidade de estabelecer e consolidar relações;
Capacidade de subordinar-se e obedecer à autoridade. MEIRELES (2003, p. 34)."
São características desafiadoras, não é fácil desenvolvê-las, sustentá-las é ainda mais complicado. Essa é exatamente a missão do Administrador, vencer todos seus desafios e mostrar sua capacidade de se manter e crescer nos mais diferentes cenários. Somente assim o Administrador será considerado capaz de Administrar.
Referências:
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 6 ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
MEIRELES, Manuel. Teorias da administração: clássicas e modernas. São Paulo: Futura, 2003.
STONER, James A. F.; FREEMAN, R. Edward. Administração. 5 ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 1999.
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terça-feira, 25 de maio de 2010

DECLARAÇÃO ANUAL E CARNÊ

DECLARAÇÃO ANUAL E CARNÊ

O Microempreendedor Individual (MEI) inscrito em 2009 terá que apresentar, até 31/03/2010, a Declaração Simplificada do Simples Nacional.

Para evitar pagamentos com acréscimos legais, o MEI inscrito em 2009 deverá imprimir o carnê de pagamentos relativo a 2010 até 22/02/2010, quando vence a parcela de janeiro/2010.

Clique aqui para fazer sua Declaração.
Clique aqui para emitir seu carnê de pagamentos


ATENÇÃO

O único custo da formalização é o pagamento mensal de R$ 56,10 (INSS), R$ 5,00 (Prestadores de Serviço) e R$ 1,00 (Comércio e Indústria) por meio de carnê emitido exclusivamente no Portal do Empreendedor.

QUALQUER OUTRA COBRANÇA RECEBIDA SERÁ DE PAGAMENTO VOLUNTÁRIO.

O Microempreendedor Individual (MEI) inscrito em 2009 terá que apresentar, até 31/03/2010, a Declaração Simplificada do Simples Nacional.

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Por que as empresas quebram

O artigo pode ser acessado na íntegra por meio do endereço: http://veja.abril.com.br/310399/p_118.html
Por que as empresas quebram
Evite os erros de quem não conseguiu levar a firma adiante – e aprenda com os poucos que acertaram.
Por Marcos Gusmão.
"Só sobrevivi à falência porque mudei duas vezes os
produtos de minha confecção." Maria Cristina de Almeida, de São Paulo.
Saiu um estudo que aponta as causas do grande número de falências entre as pequenas empresas brasileiras e pode ajudar a diminuir a taxa de mortalidade alarmante. Conforme as estatísticas do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, o Sebrae, apenas 3% dos pequenos negócios, a maioria deles montada por pessoas que sonharam em trocar a vida de empregado pela de patrão, ultrapassam a marca dos cinco anos. Desanimador? Não. "Uma das formas de buscar o sucesso nos negócios é procurar aprender com as experiências malsucedidas", diz Aparecida Soares Braga, coordenadora do Núcleo para Abertura de Empresas, uma entidade criada pelo Sebrae de Minas Gerais e pela prefeitura de Belo Horizonte. O objetivo do estudo é apontar as causas de tantos fracassos e delas procurar tirar lições capazes de salvar os empreendimentos. De acordo com outra pesquisa do Sebrae, apenas 14% dos empresários atribuem seu fracasso à recessão. Os outros admitiram que cometeram falhas ou não prestaram a devida atenção ao impacto de problemas como os juros altos e a dificuldade de acesso ao crédito em seus negócios (veja fichário).
.Capital de giro – "Sempre cuidei do jardim de minha casa e imaginei que conhecer plantas e
gostar delas bastava para eu ter uma floricultura", diz a contadora Rute Joaquina Viana Boecker, de Belo Horizonte. Dona de um imóvel comercial, Rute tinha recursos suficientes para comprar o
estoque inicial. Supôs que o dinheiro que entraria fosse o bastante para manter a empresa aberta e bancar as encomendas seguintes. Além de não se preocupar com o capital de giro, não levou em
conta que seu ponto era inadequado. "Os vendedores ambulantes e os supermercados da redondeza poderiam cobrar preços mais em conta do que os meus." Quebrou em sete meses.
.Negócio da moda – Reunir todas as informações possíveis sobre o ramo em que se pretende atuar é um cuidado que muita gente não toma antes de arriscar suas economias num negócio. Em 1996, o economista Hilton Oliveira Rodrigues, do Recife, abriu uma locadora de vídeo em sociedade com a mulher. Menos de dois anos depois, estava fechando as portas. "Ainda tentei salvar a empresa alugando CDs e cartuchos de videogame, mas a essa altura já não tinha mais dinheiro para investir na loja", diz. O principal erro de Rodrigues foi escolher um ramo de atividade que estava na moda e supor que isso seria suficiente para conquistar clientes para sua empresa. Não é bem assim. Os negócios da moda são enganadores e especialmente perigosos. Costumam atrair muita gente de uma vez só, o que deixa o mercado saturado. De acordo com um levantamento recente, metade das prestadoras de serviços de informática abertas quebra antes de completar um ano.
"Tinha uma franquia de pizzaria e ganhava dinheiro. O negócio estava tão bem que abri uma doceria. A nova loja quebrou e perdi 200 000 reais." Paulo Donato, do Rio de Janeiro.
.Franquias – Um grande número de pessoas acredita que montar uma franquia é garantia de
sucesso para quem quer investir num negócio próprio. Segundo os consultores, esse tipo de projeto tem um índice de sucesso ligeiramente maior do que os empreendimentos montados por conta e risco do empresário. Elas ficam abertas por mais tempo, mas isso não significa que dêem vida boa ao investidor. "A maioria das franquias tem faturamento suficiente apenas para manter as portas abertas", diz Paulo César Mauro, dono de uma empresa de consultoria paulista especializada no assunto. O advogado Paulo Donato, do Rio de Janeiro, perdeu 200000 reais com uma franquia malsucedida. Dono de uma rede de pizzarias, ele resolveu há pouco mais de um ano abrir no Rio uma loja da doceria Amor aos Pedaços. Faliu depois de dezoito meses. "O franqueador tinha regras muito rígidas", diz. Quem quer abrir uma franquia deve, além de tomar as mesmas precauções dos que pretendem atuar por conta própria, reunir o maior volume de informações possível sobre o relacionamento da marca com seus franqueados.
"Gostar de jardinagem não foi suficiente para evitar que a floricultura fosse à falência." Rute Viana Boecker, de Belo Horizonte.
.Flexibilidade – De qualquer forma, abrir um pequeno negócio é sempre uma prova de
persistência. Em 1991, a arquiteta Maria Cristina de Almeida, de São Paulo, montou uma confecção em sociedade com a irmã. A empresa começou produzindo artigos de couro. Não deu certo. Passou, então, a fabricar roupas e bolsas infantis. "No começo, fazíamos tudo sozinhas, do desenho ao acabamento das roupas", diz Maria Cristina. "Quando precisamos crescer, não encontramos mão de-obra qualificada." Tiveram de mudar de novo. Hoje produzem roupas para animais de estimação e agora acreditam ter achado o caminho correto. "Estamos nos preparando para exportar uma parte da produção para os Estados Unidos." O mundo das pequenas empresas oferece chances de sucesso.
Mas para chegar lá é preciso estar atento ao mercado, conhecer a fundo a experiência de quem errou e saber mudar sempre que for preciso.
Não se iluda com o sucesso dos outros
As pesquisas em torno das microempresas costumam se concentrar fortemente sobre o fracasso de quem tentou montar o negócio próprio. Ou seja, as estatísticas discutem as razões da quebra e os indicadores de falência, e isso pode conduzir a uma pergunta: se há três casos bem-sucedidos de empresas em cada grupo de 100 firmas abertas, por que não analisar onde esse grupo seletíssimo acertou a mão? Por que gastar toda a energia discutindo os erros das outras 97?
É uma dúvida razoável, mas, no mundo dos negócios, os especialistas dizem que as coisas
funcionam assim mesmo. Conhecer os erros que os outros cometeram é mais importante do que
conhecer os acertos. Nesse universo, não vale muita coisa detectar pontos de contato entre o seu
estilo de trabalho e o do megaempresário Antônio Ermírio. Muito mais útil é saber o que fez de
errado aquele seu vizinho que recebeu a indenização da firma em que trabalhava, abriu uma
franquia e fechou depois de seis meses. Mais claro: o sucesso dos grandes tem razões difusas e é algo que vem sendo construído todo dia. É preciso ter várias virtudes para fazer e acontecer. Já o fracasso tem culpados objetivos: falta de crédito, impostos elevados, capital de giro diminuto etc. Basta uma dessas falhas e as coisas desabam. Daí porque os erros são mais importantes. São eles o seu maior inimigo. Conhecê-los com profundidade é a única forma de derrotá-los.
Copyright © 1999, Abril S.A

Administrador

O artigo pode ser acessado na íntegra por meio do endereço: http://www.brasilprofissoes.com.br/verprof.php?codigo=6
Administrador
"Profissional que dirige ou superintende estabelecimento público ou particular" Fonte: Dicionário Michaelis
O que é ser administrador?
Administradores são profissionais que organizam, planejam e orientam o uso dos recursos financeiros, físicos, tecnológicos e humanos das empresas, buscando soluções para todo tipo de problema administrativo. Criam métodos, planejam atividades, organizam o funcionamento dos vários setores da empresa, calculam despesas e garantem a perfeita circulação de informações e orientações. O objetivo é evitar falhas de comunicação, escassez ou excesso de empregados, gastos desnecessários ou outros problemas que gerem desperdício, ineficiência, prejuízo à produção, déficit orçamentário. Podem trabalhar em diversas áreas das empresas: material, marketing, produção, organização e métodos, recursos humanos, administração financeira. Passam por várias etapas dentro de uma empresa, podendo trabalhar como analistas, exercer chefias intermediárias, gerência, coordenação, direção superior; atuar em pesquisa e
planejamento, assessoria e consultoria.
Quais as características necessárias para ser um administrador?
É necessário ter boa capacidade de análise, raciocínio abstrato e aptidão numérica. Também deve ter liderança e ser
sociável.
Características desejáveis:
• Autoconfiança
• capacidade de adaptação a novas situações
• capacidade de decisão
• capacidade de negociação
• capacidade de organização
• capacidade de pensar e agir sob pressão
• capacidade de planejamento
• capacidade de resolver problemas práticos
• dinamismo
• espírito empreendedor
• habilidade para mediar conflitos
• habilidade para trabalhar em equipe
• iniciativa
• noção de prioridades
• objetividade
• senso de oportunidade
• senso de responsabilidade
Qual a formação necessária para ser um administrador?
Deve-se prestar vestibular para graduação em um curso regular de administração. O mercado brasileiro oferece a
possibilidade de estudar administração de empresas, onde a orientação e formar profissionais para atuar em
organizações privadas. Também o curso de administração pública prepara e orienta os administradores a uma atuação
em organizações públicas e possibilidades de gestão de políticas e projetos de caráter público.
Por ter um caráter mais generalista na sua formação, o administrador pode optar por várias áreas de trabalho como
profissional. Finanças, Marketing, Tecnologia e Informação, Recursos Humanos e etc. são áreas de grande atenção dos
administradores. Marketing Esportivo, Turismo, Administração Hospitalar também são consideradas áreas promissoras
para o universo dos administradores.
No Brasil, para exercer a profissão, uma vez que esta é uma profissão regulamentada, é preciso obter o registro
profissional no Conselho Regional de Administração (CRA). Os empregadores, através de headhunters (profissionais
que recrutam e selecionam candidatos a vagas disponíveis em empresas contratantes), classificam em jornais e outras
formas de recrutamento, buscam os profissionais mais bem preparados, no âmbito acadêmico. Portanto, fazer um curso
de pós-graduação ou especialização é sempre um diferencial positivo que o profissional de administração deve
considerar.
Principais atividades de um administrador
Ele deve planejar, organizar e controlar as atividades de empresas públicas e privadas, além de traçar estratégias e
métodos de trabalho nas mais variadas áreas - rural, hospitalar, agroindustrial, escolar, financeira e muitas outras. Seu
papel é fundamental nas situações de crise, pois cabe a ele definir onde investir o dinheiro e como equilibrar a saúde
financeira e produtiva da empresa.
Áreas de atuação e especialidades
• Administração agroindustrial: desenvolve projetos, controla a produção e dá assistência ao produtor do campo.
• Administração de cooperativas: supervisionar e fiscalizar a entrada de recursos e distribuição de direitos entre os
produtores
• Administração de empresas: organiza e dirige uma empresa, atuando em todas as áreas.
• Administração hospitalar: geralmente pessoas formadas em medicina, que fazem uma especialização em
administração, dirigem e administram um hospital.
• Análise de sistemas: gerencia os sistemas de computação em empresas.
• Comércio exterior: trabalha especificamente com o mercado internacional, balança de comércio, taxas
alfandegárias, importações e exportações.
• Controladoria: controla finanças, contabilidade, técnicas de organização e métodos administrativos. Realiza
auditorias.
• Marketing ou mercadologia: trabalha com o mercado, fazendo pesquisas, orientando lançamento de produtos,
orientação de vendas e publicidade.
• Orçamento e finanças: trabalha com mercado de capitais, bolsa de valores, aplicações, investimentos de
empresas.
• Produção: controla a entrada e saída de suprimentos e os custos da produção.
• Recursos humanos: faz seleção, treinamento e admissão de pessoal, define políticas de carreira, salário e benefícios, negocia com sindicatos.
• Administração do Terceiro Setor: Planejamento estratégico das operações de ONG's (Organizações NãoGovernamentais), como fundações e entidades filantrópicas, com vistas acaptação de recursos e sua aplicação em projetos sociais, ambientais e educacionais, entre outros.
Mercado de trabalho
As áreas de administração de empresas e administração financeira oferecem as melhores oportunidades de trabalho a
esse profissional, nas diversas regiões do país, seja no setor público, seja na iniciativa privada. Operadoras logísticas de grande porte também costumam abrir vagas para especialistas na área. Como a concorrência é grande, o diferencial na hora da contratação é a qualificação. Quem tem no currículo curso de especialização, MBA ou pós-graduação tem maiores possibilidades.
Curiosidades
Desde o começo da civilização os homens procuraram associar-se uns aos outros, organizando sistemas destinados a
solucionar problemas comuns de convivência na sociedade. Até surgiram algumas empresas rudimentares de alguns povos antigos como babilônios e fenícios, mas a criação de uma teoria da administração e a carreira de administrador de empresas, como é reconhecido hoje, só se desenvolveu a partir do século 19, incentivada pela Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra no final do século 18 e que gerou importantes mudanças econômicas, políticas e sociais no
mundo.
A industrialização rapidamente se expandiu para Europa e Estados Unidos, o que gerou as bases da moderna Administração. Com o crescimento acelerado das empresas e a necessidade das empresas serem mais eficientes e produtivas, fez-se ainda mais a necessidade da profissão de Administrador.
Os primeiros estudos sobre um método capaz de aumentar a eficiência e produtividade das empresas em um mercado
cada vez mais competitivo, foi a partir da publicação dos estudos de dois engenheiros. O norte-americano Frederick Taylor, responsável pela chamada Escola de Administração Científica, difundia o aumento da eficiência da indústria a partir da racionalização dos operários. O francês Hanri Fayol, por sua vez, disseminou a Escola Clássica da Administração, cuja meta era aumentar a eficiência empresarial por meio de sua organização e aplicação de princípios gerais de administração.
Esses dois pensamentos uniram-se e deram origem a teorias e conceitos que formaram a administração atual. Depois
disso, outras teorias surgiram, moldando o que existe hoje em termos de administração. Com o tempo a administração consolidou-se como ciência social com interação em áreas como direito, ciência econômica, ciência política, sociologia, psicologia social e antropologia.
Onde achar mais informações?
• Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade - ANEFAC
• Conselho Federal de Administração
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A importância do estágio

A importância do estágio

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O estágio é um processo de aprendizagem indispensável a um profissional que deseja estar preparado para
enfrentar os desafios de uma carreira.
Está no estágio a oportunidade de assimilar a teoria e a prática, aprender as peculiaridades e “macetes” da
profissão, conhecer a realidade do dia-a-dia, no que o acadêmico escolheu para exercer.
À medida que o acadêmico tem contato com as tarefas que o estágio lhe proporciona, começa então a
assimilar tudo aquilo que tem aprendido e até mesmo aquilo que ainda vai aprender teoricamente.
Sabemos que pedagogicamente o aprendizado é muito mais eficaz quando é adquirido por meio da
experiência. Temos muito mais retenção ao aprendemos na prática do que ao que aprendemos lendo ou
ouvindo. O que fazemos diariamente e com freqüência é absorvido com muito mais eficiência.
É comum ao estagiário lembrar do que realizou durante o estágio enquanto assiste às aulas e do que
aprendeu em sala enquanto está exercendo atividades no estágio.
Aos que já estagiaram são indiscutíveis os benefícios e vantagens desta experiência. As aulas em sala de
aula ensinam conceitos e teorias que são necessárias aos futuros profissionais. A vivência do trabalho
permite assimilar vários elementos que foram ensinados teoricamente.
É possível distinguir aquilo que precisamos aprender e nos aperfeiçoar. Torna-se possível identificar
deficiências e falhas, onde o estágio é o momento mais apropriado para extrair benefícios dos erros. Será
também possível auferir a qualidade do ensino que temos conforme as dificuldades que enfrentamos.
Algumas precauções são necessárias ao estudante que está a procura do estágio.
A lei nº 6.494/77, art. 1º, § 2º prescreve: “o estágio somente poderá verificar-se em unidades que tenham
condições de proporcionar experiência prática na linha de formação do estagiário, devendo o aluno estar
em condições de realizar o estágio, segundo o disposto na regulamentação da presente lei”.
No artigo 5º diz ainda: “A jornada de atividade em estágio, a ser cumprida pelo estudante, deverá
compatibilizar-se com o seu horário escolar e com o horário da parte em que venha a ocorrer o estágio”.
Segundo as palavras de Vicente Paulo & Marcelo Alexandrino, Direito do Trabalho, “A finalidade do estágio
é proporcionar ao estudante um trabalho para a complementação do ensino do curso que ele está fazendo.
Tem natureza pedagógica, visando à melhor formação profissional do estagiário”.
A reciprocidade verdadeira entre acadêmico e empresa e o desenvolvimento profissional e estudantil
garantem sucesso, desenvolvimento e realização para ambas as partes. Prestemos mais atenção e cuidado
com uma fase tão importante para o crescimento de nossos futuros profissionais e de nossas empresas.
Sobre o Autor
Atuante em Advocacia - São Paulo - SP
Articulista e colaborador de diversos sites e jornais locais.
Orientações: adrianopinheiro.direito@gmail.com
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original (cite as informações Sobre o Autor e o link para a fonte do artigo: Fonte: www.artigos.com).

quinta-feira, 25 de março de 2010

APRESENTAÇÃO

Neste espaço serão registrados os caminhos percorridos ao longo do Curso de Administração, que iniciou no ano de 2007 com a promessa de conclusão para o ano de 2010. E o sonho realizado de colação de grau na tão esperada Solenidade de Formatura com previsão para março de 2011.
O curso é realizado a distância, sendo semipresencial, através da EADCON - Sociedade de Educação Continuada conveniada com a UNITINS - Fundação Universidade do Tocantins- TO.